Todos nós sabemos os motivos porque se demitiu Manuel Pinho do cargo de Ministro da Economia. Ao que parece, Manuel Pinho, fez uns belos duns corninhos, simpáticos, nada ofensivos para a bancada do partido comunista. Todos os que assistiram a esse magnífico momento ficaram com a sensação que Manuel Pinho estava a insultar alguém, algures na bancada do partido comunista. Qual quê? Só porque fez uns corinhos simpáticos e ainda por cima bem feitos porque ele articula tão bem as falangetas dos dedos de forma a criar um símbolo de uns cornos muito bem feitinho realmente, é caso para começar a falar em insulto? Nós nem sequer ouvimos o que Manuel Pinho disse. Essa é logo a primeira, o Primeiro Ministro José Sócrates estava empenhadíssimo a discursar e devia ser tão interessante que todos os deputados presentes no parlamento estavam a ter conversas paralelas. Um deles era Manuel Pinho que entretanto elaborou uma bela duma cornaça em pleno parlamento.
Meus amigos, temos que ser mais positivos e não olhar logo para as coisas más. Eu tenho uma teoria muito bem fundamentada pelo poema de Bocage (transcrito abaixo) que pode explicar o que faziam aqueles cornos áquela hora no parlamento. Eu tenho a sensação que Manuel Pinho apenas estava a dar conforto a um deputado do Partido Comunista que foi enganado. Não consigo indentificar qual foi porque serão muitos os visados pelo dito gesto mas o que é certo é que Manuel Pinho estava a reconfortá-lo e eu próprio já contratei uma daquelas pessoas que lê os lábios e ela conseguiu me dizer o que Manuel Pinho proferia enquanto fazia os corninhos:
"Não lamentes Alcino o teu estado,
Corno? Tem sido muita gente boa,
Corníssimos fidalgos tem Lisboa,
Milhões de vezes cornos têm reinado."
Não tenho nada mais a dizer. GC
sábado, 4 de julho de 2009
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