sexta-feira, 5 de março de 2010

Papa em Portugal

Calma. Não começes já a disparar bocas po ar porque eu não venho usar Sua Santidade como alvo de chacota.
Posto isto, são realmente curiosas as conversas que eu vou ouvindo todos os dias entre as pessoas no meio da rua. Ao que parece, nos tempos em que o Papa estiver em Portugal, as multas serão perdoadas, ou não haverá multas, ou uma coisa parecida. As versões que já ouvi são muito distintas. Se isso realmente se verificar, vai ser giro o panorama geral do nosso país. É ver os carros todos estacionados em cima dos passeios, talvez uns até estejam estacionados só com as duas rodas, na vertical, para dar um ar de sua graça. É ver pessoas a conduzirem sem cinto, é ver pessoas a conduzirem embriagadas, é ver pessoas a conduzirem todas nuas. É curioso pensar nisto. Não deixa de ser esquisito. Mas eu tive aqui a pensar e bonito bonito era ver o Papamóvel com dois bloqueadores nas rodas da frente, uma fita amarela e vermelha à volta e um autocolante a dizer "VEÍCULO BLOQUEADO". Isso é que era de valor. Aquele conhecido provérbio, "gaivotas em terra, tempestade no mar" pode ganhar uma pequena réplica: "Papa em Portugal, a multa não tem mal.

È stato un piacere. GC

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Coisas distintas mas unidas por um aspecto: bizarras!

Olá, Olé, OOooolha ó gajo!, Comequiéééée? Bom, não me decidi na maneira de como te cumprimentar, optei pelas 4.
Hoje venho-te falar de várias histórias: são três histórias completamente distintas mas estão ligadas apenas por um aspecto: as três são bizarras. A primeira é sobre um novo tipo de hamburguer. Decidi falar de hamburgueres porque nestas idades mais jovens as nossas comidas preferidas não vão muito para além dos hamburgueres (não é João Maria Lacerda? aka anafadinho). Enfim, um retaurante no Dubai começou a fornecer hamburgeres com carne de camelo. É composto por um filete de carne de camelo com queijo e molho de tomate. Se não sabes, ficas a saber que a carne de camelo tem pouco colestrol e pouca gordura. O responsável do restaurante diz que é segredo profissional. Epá muito bem! Guarde-o para si sim? E assim termina a primeira história. Gostaste? Se não gostaste, paciência. Vou tentar numa segunda história agradar-te sim? Ora bem, uma mulher de 48 anos de idade vai cumprir 60 dias de prisão efectiva. Perguntas tu porquê. Vá pergunta... exacto, porque colocou, digamos, o pénis do seu ex-namorado à barriga do mesmo. Ela marcou um encontro com ele a fingir duma brincadeira sexual e amarrou-o à cama. Depois pegou num tubo de cola e colou digamos, o pirolito da vítima à sua própria barriga. Já não se pode confiar nas mulheres. Cheguei ao fim da segunda história. Ainda não estás satisfeito? Tenho uma terceira. Já imaginaste algum animal a fumar? Imagina lá. Um cão, um urso, um macaco. E agora este, uma cobra!!! Espectáculo. Um morador em Taiwan tem uma cobra como animal de estimação. Como se não bastasse ser dono de um réptil que é logo muito bom, a sua menina é viciada em tabaco. É verdade, ela fuma dois cigarros por dia, de manhã e à noite, todos os dias. E se por acaso ele não lhe dá tabaco ela refila e irrita-se. Tão novinha e já cheia de vícios. Ainda por cima resmunga. Já a cobra tem catarro han? Cheguei ao fim da terceira história. Se não gostaste de nenhuma tenho imensa pena. Vou voltar para o Júlio de Matos e vou voltar a conversar com o Sr. Roberto. Foi ele que me contou isto. Prometo voltar com textos mais interessantes.

Gonçalo Câmara

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

O tertúlias foi ao Porto!

Antes de começar gostava só de deixar patente o meu sentimento de frustração por não ter a habilidade, nem a capacidade de passar para o papel a pronuncia que tão ferozmente me fascina e que é característica do norte CARAGO!!
Já dizia o outro que há males que chegam por bem e o caso de que vos falo é um fenomenal exemplo disso. Lá andava eu e os meus amigalhaços pela terra do Rei “emplastro” quando chegou, para desalento geral, a hora de rumar a sul, mais precisamente à grande Lisboa. Nós éramos sete criaturas e como havia apenas um veiculo disponível, é fácil de chegar à conclusão de que alguns de nós teriam que seguir caminho de “Quim”(boio). Ora, tinha então chegado a hora do famoso jogo da sorte e eu que sempre lutei afincadamente pela lei do “shotgun”, vi-me obrigado a ceder perante a pressão da justiça e da igualdade de direitos feita por indivíduos que, todos juntos, eram capazes de me fazer um dói-dói. Agora adivinhem qual foi o meu Azar/sorte.
Aqui estou eu a “mamar” com três horas de viagem no comboio inter-cidades que mais se parece com o chaço que faz escala ali na Damaia de cima, passando por Queluz de baixo e que contava com a colaboração de uma personagem que anunciava a paragem seguinte e que se pode orgulhar de ter vincadas, semelhanças vocais com o senhor que diz as bolas na sala de bingo, isto com todo o respeito que merecem esses senhores e o seu trabalho. Isto seria um pesadelo de bradar os céus, não fosse eu vislumbrar uma vantagem em tanto infortúnio. E essa vantagem foi, que se tornou possível, ainda que com alguns abanicos, escrever para vócezes, que é uma coisa que eu tanto gosto e não me importo!
Posto isto, gostava de tagarelar um pouco acerca do que foi o nosso fim-de-semana na Invicta. Começo por partilhar uma situaçaozinha que desperta em mim, myself, tamanha curiosidade e que até me faz comichão no nariz. Um indivíduo alfacinha que se passeie pelo Porto é imediatamente identificado como mouro. Atenção, isto não põe em causa a extraordinária hospitalidade de que fui alvo, mas sim a veemência com que se distingue um Lisboeta de um nativo. A questão é que nem é preciso abrir a boca para tal acontecer e a maneira de vestir, será um dos principais factores de distinção. Será que a maneira de andar também conta? Ou talvez o semblante que cada um carrega? Não sei e desconfio que nunca vou descobrir. Quanto a vocês não sei, mas que eu não consigo descobrir, salvo algumas e muito engraçadas excepções, aqueles que são do Porto, de Lisboa, ou até de Faro, isto apenas com uma avaliação rápida, feita com um mero olhar. Este fenómeno é, sem dúvida, uma qualidade para aqueles que possuem a destreza de o conseguir praticar e como tal, deixo aqui os meus sinceros parabéns e os desejos de força, porque o que falta a este país são pessoas que descubram as origens de outras pessoas apenas com um olhar. Posso dizer que estou MARABILHADO!!
O porto é uma cidade muito bonita, com “gente gira” e que me parece um pouco mais asseada e até limpa do que a minha eterna Lisboa.
Desde a Foz à ribeira, passando pela marginal, sem esquecer a ponte da Arrábida, vi sítios que gostei muito e não pude deixar de experimentar o famoso “lanche misto” que me deixou a chorar por mais, isto acompanhado de muita diversão e simpatia, proporcionadas por várias pessoas com quem estive.
Posso-vos dizer que não há nada melhor na vida do que ser reconhecido pelo trabalho que fazemos. Os autores deste projecto, três grandes amigos também, esforçam-se por escrever “bom material”, tudo por gosto, paixão, prazer e um desejo incalculável de singrar neste meio. É por isto tudo, que quando recebemos um feed-back positivo de pessoas, sejam elas de onde forem, acerca do nosso trabalho, isso deixa-nos num estado de imensa felicidade e com o sentimento de missão cumprida. É deveras gratificante receber elogios e incentivos, ainda para mais quando percebemos que pessoas de longe, neste caso do Porto, conhecem o nosso trabalho e gostam dele. Dá-nos vontade de escrever mais e mais e também melhor.
Recebi elogios sobre alguns dos textos que já escrevi, assim como o Gonçalo e o João também receberam. Agora, falando por mim mas com a certeza que eles concordarão comigo, não há nada melhor do que nos sentirmos realizados perante aquilo que fazemos, como também sermos reconhecidos por parte de outros. E como o prometido é devido, aqui vai um beijo e um “palavrão” para duas senhoras que se apresentam como “tripeiras” e que podemos, com todo o orgulho, considera-las fãs dos nossos textos. Os nomes não vou mencionar, não vá alguém tecê-las, mas posso afirmar que a sua simpatia, hospitalidade, assim como a maneira como são divertidas, nos fazem gostar do Porto e querer lá voltar. Muito obrigado B e F !!
Neste momento estou a passar pelo Entroncamento (!) e antes de me despedir gostava que percebessem aquilo que me vai na cabeça neste momento. Estou a pensar sair nesta paragem e criar aqui raízes e também família, isto em comunhão com uma Entroncada! Faço bem?
Do Gonçalo do Entroncamento, aqui vai um cheio de estilo cumprimento para todos vócezes! Até à próxima!

Saudações Tertulianas

Gonçalo Moreira Rato

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Eu e Ele, Ela/Ela e...a Bimby!?

Casamentos entre Homens e entre mulheres...Pronto, está decidido! Vou-me casar com o meu peixe! Exijo ao Governo português que comece a ponderar a ideia de aprovar um projecto-lei que contemple a possibilidade de cada um, na sua liberdade individual, vir a poder contrair matrimónio com o seu animal de estimação! E quem fala animal de estimação, poderá também incluir o seu arbusto favorito do quintal ou então a sua preciosa Bimby. Sim...casamentos entre donos/as de casa com o seu instrumento vital de sobrevivência semanal. Sim...parece-me prefeitamente plausível. Agora vejam lá se isto é que é por a verdadeira sardinha no lume! Acabaram-se os tabus! Agora sim somos verdadeiramente livres! Enquanto vou tentando lembrar-me de mais um assunto verdadeiramente digno de aparecer neste conteúdo de excelência que tenta ser sempre o Tertúlias Verdes, fiquem com esta minha proposta. Pode ser que agora já não seja assim tão bizarra, dados os dias que correm...

João Maria Lacerda

Radio Days

Isto de trabalhar numa rádio tem as suas vantagens. Grande parte da preparação dos programas e das emissões são divertidíssimas de se fazer. Descobrem-se histórias insólitas, casos estranhos, notícias inusitadas etc. Desde que entrei para a rádio já descobri várias histórias que me fazem deduzir que o ser humano é muito peculiar e versátil. Descobri histórias de pessoas que são apanhadas a fazer sexo nos parques de estacionamento, nos museus, nas torres dos grandes monumentos etc. Mas hoje venho-te falar duma história que me despertou algum interesse. Na China (esse grande país) descobriram a melhor solução para evitar suicídios. E tu pensas: "Epa sim senhor! Isto é bom". O que é que acontece: no meio de tanta cabeçinha pensador, de tanta gente de olhinhos de arroz, onde todos pensam ao mesmo tempo, onde todos se esforçam e são muito profissionais, a melhor maneira que eles descobrem para diminuir a taxa de suicídios é usando manteiga. Ora bem, manteiga! Estranho. Mas onde é que se pode usar a manteiga perguntas tu e muito bem. Usa-se naquelas pontes e torres de 300 metros. Eles barram manteiga em todo o metal para que os suicidas escorreguem ao tentar subir para se matarem.
Vamos la ver uma coisa. Eu tou mal com a minha vida, a minha vida é uma merda, estou desesperado, estou só no mundo, estou cego de raiva e não vejo nada à minha frente e só vejo a hora de pôr um fim a isto tudo, quero-me matar urgentemente. Quero mesmo acabar com a minha vida e deparo-me com manteiga. Ahhhhhh pá! Manteiga! Bom, se calhar mato-me daqui a uns tempos pronto paciência. É preciso é ser paciente.
Só podiam ser os chineses. Um abraço para a China, tenho lá grandes amigos! Ou se calhar não. GC

Homosexuais e muito mais...

Oh meus amigos eu peço imensa desculpa mas alguém me auxilie se faz favor. Casamentos entre rabibis? Perdoem-me os visados e quero desde já esclarecer que a minha intenção não é vir à praça pública “lavar roupa suja” e muito menos discriminar, gozar ou menosprezar o que quer que seja, apenas pretendo dar a minha modesta e insignificante opinião que, obrigatoriamente, tem que ter uma quantidade qb de chalaça.
Agora que já evitei, com algumas palavras, males maiores….coisas que podem deixar marca para o resto da vida, coisas como puxões de cabelos e até algum palavreado menos simpático, como por exemplo “estúpido e parvalhão”, agora que já preveni astuciosamente tais acontecimentos, posso-me dedicar ao busílis da questão.
Ah mas antes também quero dar a conhecer aos nossos leitores, a vasta panóplia de palavras usadas para descrever estas pessoas. Mas que fique em acta…. Jamais, eu Salomé usaria estes adjectivos em qualquer situação, por mais dramática que fosse. Ora, temos por exemplo “boiola”, “rabeta”, “rabibi”, “pandula”, “panduca” e uma das que eu mais aprecio que é nada mais nada menos que “roto”. E gosto pela simples razão de descrever de uma forma perfeita aquilo a que me refiro. Se fizerem o obséquio de dar uma espreitadela no dicionário podem confirmar o verdadeiro significado da palavra “roto” e depois dêem me uma apitadela para me dizerem se esta palavra assenta, ou não, maravilhosamente aos “gays”.
Peço, desde já (podia pedir mai loguinho), desculpa àqueles que porventura possam “enfiar a carapuça” mas vou falar de certos aspectos que me arreliam e que me fazem chegar a mostarda ao nariz. Uma delas é a discriminação que tanto se fala. Como é que se pode falar em tal coisa quando os primeiros a faze-lo são os próprios homosexuais? Por exemplo, se formos ali ao bairro alto encontramos uma rua exclusivamente dedicada e frequentada por estas pessoas e porquê? Sentem necessidade de fazer grupinho é? Não se podem misturar como toda a gente? Afinal de contas não somos todos iguais? E alguém me explica porque é que existem associações de gays e lésbicas? É que não me recordo de nenhuma “ADQNCVSOSO” (entenda-se, Associação daqueles que não conseguiam viver sem o sexo oposto”). Obviamente que nas pessoas há diferentes formas de aceitação mas se os próprios homosexuais fazem de tudo para se mostrarem diferentes, então porque é que depois o casamento à de ser igual ao daqueles que, de facto, querem criar uma família e levar a vida pela sua linha natural, chegando à reprodução e à criação de novas vidas? Na minha opinião não devia ser igual e por razões claras. Porquê tanta insistência no casamento? Duas pessoas, seja de que sexo forem, podem viver juntas, ter uma vida a dois, amarem-se loucamente e fazer tudo o que os outros fazem sem se casarem. É uma “necessidade” pouco compreensível e que só traz mais polémica e drama a uma sociedade que transborda estas coisas. Fazem questão de se mostrar diferentes, de agir de forma diferente mas não querem ser tratados de forma diferente.....ora bolas que coisa esta hein? Que maçada!
Como já dizia o outro, gostos não se discutem e portanto não pretendo com este texto julgar qualquer tipo de opção que certos indivíduos tomam porque cada um sabe de si....e eu não sei nem de mim nem de ninguém…e além de não querer saber até chego a ter raiva de quem sabe. Apesar de não perceber respeito, com toda a sinceridade, as opções de cada um.
Para terminar gostava apenas de fazer aqui uma distinção que merece ser feita. Os homosexuais não me incomodam de todo, pois são pessoas discretas e que apenas possuem gostos diferentes. Agora, meus caros amigos, senhoras e senhores, meninas e meninos, o que eu não posso aceitar, aquilo que me transtorna, que me enerva e que me deixa de cabelo em pé são BICHAS! Esta categoria força-se por mostrar ao mundo aquilo que são e pecam na discrição assim como na maneira como desrespeitam as opções dos outros. A nossa liberdade acaba quando começa a do outro e é assim que deve ser.
Quero também fazer uma chamada de atenção porque perceba-se que tudo o que aqui foi dito por mim aplica-se tanto aos “gays” como às "lésbicas" porque essa ideia que os homens gostam de ver as meninas a "coiso" não é certa…ou pelo menos totalmente certa….vá pronto é 50% certa 50% errada.
Bem não me posso alongar muito mais porque este assunto dá “pano pra mangas” e nunca mais sairíamos daqui mas também porque eu e os meus colegas dividimos ao milímetro os espaços para escrever e como tal não me posso arriscar a ter que pagar uma coima que pode variar entre duas horas seguidas de cócegas nos pés ou dez açoites no rabo por minuto, durante duas horas.
Bem....agora que já pus a minha sardinha ao lume, despeço-me com um fortíssimo abraço para os homens (heteros ou homos) e uma grande beijoca para elas....todas!


Gonçalo Moreira Rato

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Estamos de volta!

Uau! Já viste? Estamos de volta. Têm sido tempos difíceis para fazermos renascer este projecto humorístico: foi o meu regresso para a Cidade Fm e todo o tempo dedicado aos projectos que isso implica, foi muito tempo dedicado às responsabilidades académicas por parte dos autores, foi a aprovação do casamento homosexual. Enfim, mas cá estamos para fazer renascer este projecto. Tenho-te a dizer que enquanto escrevo este pequeno artigo, ao mesmo tempo estou a ouvir uma música com uma melodia inusitada, especialmente a primeira parte da música Bad Romance da Lady Gaga .......eu oiço Lady Gaga.....passemos à frente: têm estado dias chuvosos, dilúvios incríveis, cheias desastrosas mas não é razão para nos preocuparmos porque quando chegar o Sol, ele perdurará até Outubro de 2010. Não se pode é com o frio. Ontem estava a lavar a loiça depois de jantar com água fria e fiquei com os dedos paralisados durante 5 horas.
Muita coisa há a achincalhar desde o último texto que aqui foi colocado: a crise do Sporting, o facto do Papa ter ido de trombil ao chão, a prestação do Carlos nos Idolos, a aprovação do casamento entre pessoas do mesmo sexo, etc. Tudo temas que deixarei ao critério de achincalho dos outros autores.

Aqui apenas venho dizer que estamos de volta com muita energia, com muita vontade de trabalhar e de avançar neste projecto. E outra coisa que vos venho avisar de extrema importância é que João Maria Lacerda apanhou chatos, mas em breve sairá dos cuidados intensivos. Ele é muito sensível e mal viu uns pequenos avatares a brincar na sua "Pandora", deu-lhe uma quebra de tensão e caiu para o lado direito. Um beijinho muito grande às senhoras e um bacalhau aos senhores. GC